A vídeorreportagem a seguir foi realizada pela Talita Galli, parceira minha de vídeorreportagem na TVT. Gostei muito. Mostra essas mulheres guerreiras espalhadas por todo o Brasil representadas na figura de Dona Margarida, gente do povo, que trabalha com honestidade e faz jus as coisas boas que falam do Brasil. Se o Brasil tem valor, é por causa de pessoas como ela!!!!
E a TVT segue representando, dando voz e vez para o povão e movimentos sociais. Trabalhando, passo-a-passo, a gente chega lá!!!
Reproduzo post escrito pelo Fernando do Sarau da Vila Fundão (http://www.sarauvilafundao.blogspot.com/), sobre o último sarau que rolou por lá. Mais abaixo disponibilizo um vídeo extraído do YouTube, pra vc conhecer mais sobre o Sarau da Vila Fundão. Vale a pena conferir!!!
CarlosCarlos Bola & Arte
Se liga:
Salve brasileiros!!!
O último Sarau Vila Fundão foi tomado pelo Projeto Periferia Ativa Show, as crianças da Godoy tomaram o Sarau!!! A programação começou com a DJ Aline nos toca discos. O DJ Alê fez a apresentação, chamou nossas crianças brasileiras, que deram um exemplo de disposição e liberdade para criar o melhor da vida: o brincar!!!
Na dança o Capão Breaks e Lords of Krump mostraram como a juventude nacional se coloca contra a opressão, expressando na dança toda a sua rebeldia. A Capoeira do Professor Renato (Ass. Cultural Corrente Libertadora), gingou no Quilombo Vila Fundão e suas crianças no molejo dos ancestrais, começaram a tarefa de fazer viver a cultura afro brasileira de defesa, contra os capitães do mato (políticos corruptos e multinacionais). Ginga neles meninas e meninos!
Na música o Rap, o Grupo Impacto Urbano (Rafael Maloca e Wasington) criticaram as grandes marcas de roupas que iludem a juventude e prometem uma aparência falsa. Na poesia o Rodrigo e o Quinho, este com sua exaltando a Mãe Africa. E no final as meninas cantaram um Hino, produzido na Biblioteca Êxodos. De, Carolina e Luana mandaram o Hino do Capão Redondo Futebol Clube para driblar e fazer o Goooool da aliança entre quebradas: Vila Fundão e Godoy.
Obrigado Ylsão, Tó e Alê por acreditarem em um futuro mais ameno para nossos filhos brasileiros.
Anteontem postei aqui no Vlog sobre a injustiça e a discriminação que seguranças do Banco do Brasil (agência da Rua Rego Freitas) e um policial militar fizeram contra James Banthu, poeta e ativista cultural. Uma tristeza, é realmente triste constatar que a DITADURA AINDA NÃO ACABOU, mas por outro lado é importante para ficarmos alertas e termos consciência de que a luta está apenas começando!!!
Ontem um pessoal se solidarizou com o Banthu e foi até a agência protestar… eu só não fui pois tinha um compromisso marcado na mesma hora… mas pra mostrar que podemos tirar forças do episódio, parabenizo esse pessoal que se dispôs a ir até lá e mostrar que não estamos conformados e muito menos calados.. muito axé pra todos!!!
A seguir reproduzo texto sobre o ato de protesto, extraído do blog http://mjiba.blogspot.com, de Elizandra Souza e mais abaixo um vídeo disponibilizado nos comentários do post que fiz sobre o Banthu, de um pessoal do Rio que realizou uma “experiência” interessante: fez entrar num banco um cara branco e um cara negro, com a mesma mochila, observem como as coisas se sucederam, pra provar que o Banthu tem toda a razão no ocorrido…
Segue:
Hoje (10/Fev/2011) realizamos um ato político na agência bancária para que o cheque fosse descontado, mas que a Agência Bancária visse que não é normal este ato discriminatório. James entrou na Agência acompanhado pelo advogado Ibraim e por dois correntistas do Banco do Brasil, entre eles o Júnior do Circulo Palmarino. Entrou apenas com o RG e o cheque e deixou sua mochila com seus amigos na porta do Banco. Um policial que estava a paisana, mostrou seu distintivo aos seguranças do Banco e entrou armado dentro da instituição, sendo que a porta nem apitou. Debora Marçal tentou fazer a mesma coisa, entrar com a sua bolsa, mas automaticamente foi barrada. O advogado Ibraim entrou portando celular e chaves, mas a porta não barrou. Resumindo, James descontou o cheque e foi aplaudido por seus amigos, coletivos culturais presentes e ativistas dos Direitos Humanos. E a gerente da agência disse várias vezes que o Banco só fez o seu procedimento normal. NORMAL???? Próximo passo serão medidas judiciais. O caso já foi registrado no:
DECRADI – DELEGACIA DE CRIMES RACIAIS E DELITOS DE INTOLERÂNCIA Rua Brigadeiro Tobias, 527, 3º andar (próximo à Estação Luz do metrô) das 9h às 19h (11) 3311-3985
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