A foto a seguir foi clicada por Nina Fideles no Rap & Gol, pelada futebolística que a galera do rap joga, foi da hora, meio cansativo, depois de milianos sem praticar esporte… haha.. preciso voltar a me exercitar (mas mesmo assim representei mais que muito mano magrinho, hein.. hauahahuahua).
*** Eu tô aqui no canto esquerdo do lado do Renan (de vermelho) do Grupo Função Original, de Campinas.. nessa foto tem mó galera, Buzo, Dexter, Max DMN, bem loco.
***Essa foto peguei do blog do Buzo: CarlosCarlos (Bola & Arte) e Buzo. (atenção para o manto sagrado da Vila)
Agora reproduzo post extraído do Blog do Buzo (http://buzo10.blogspot.com/), que conta melhor como tudo rolou, eu apareço em algumas fotos aí, foi da hora. Meu time tinha na formação eu, Cronica Mendes, Aquiles do Projeto Nave e mais uma galera que eu não lembro o nome.. empatamos uma e perdemos outra, na próxima teremos melhor sorte. hauhauahuhauah…
Dexter da entrevista pro Manos e Minas depois dos seus 3 gols
Time “Suburbano Convicto”
A segunda edição do RAP & GOL na quadra da Play Ball da Barra Funda foi um sucesso.
Teve arrecadação de agasalhos pra somar com quem precisa.
A organização foi por conta da Suburbano Convicto Produções, Primeiro Ato e Periferia Nacional.
Eu (Buzo) além de jogar, gravei o quadro “Suburbano Convicto” pro Programa Manos e Minas da TV Cultura.
Nosso time “Suburbano Convicto” tinha Welton (Fato Realista) no GOL, Jeffão, Evandro Borges, Alessandro Buzo, Rodrigo Ciriaco, Dê e Tubarão, perdemos as duas que disputamos (1×2) (0×2), mas foi bacana.
Nosso goleiro Welton (que jogou em outros times) e o DEXTER foram os destaques da II edição do Rap & Gol, o goleiro pelas defesas e o oitavo anjo pelos três gols, Dexter saiu no final contundido.
O melhor disso tudo é juntar pessoas do meio do Hip Hop pra uma confraternização além dos eventos quando geralmente nos encontramos.
Além do Dexter vários outros nomes de peso do RAP estiveram presente, AO CUBO, Crônica Mendes (A Família), Max (DMN), Pixote, Max B.O.,Rincon Sapiencia, DiMenor (alvos da Lei), Cezar Cagebe, Prof.Pablo, Cezinha Cruz, Gordinho Primeiro ATO, entre outros.
Torcedores ilustres como Dona Kelly (AO CUBO), Dj Bola 8 (Realidade Cruel), Lindomar 3 L, entre outros.
Teve quem foi só torcer, quem se preparou e quem treinou só no PLAY III como eu.
O sucesso do evento anual é tanto que pode virar mensal.
Confira as fotos do evento, por Marilda Borges.
Nóis q ta
Alessandro Buzo http://www.buzo.com.br
Carlos Carlos (Bola e Arte) e Buzo
Tudo mundo concentrado
Dexter e Buzo
Dê, Evandro, Jeffão e Tubarão
Cleber (AO CUBO) e Buzo que ganhou camiseta
Tudo nosso
Os 2 MAX, do DMN e o B.O.
Heltão e esposa
Cezinha Cruzz
Fino, Buzo, Evandro e Juca Anchieta…. vários palmeirenses presentes.
Buzo e Evandro Borges
Ca.Ge.Be.
Gordinho (Primeiro Ato) e Cleber (AO CUBO)
Welton (Fato Realista) foi destaque, pegando muito no gol.
Buzo com o filho Evandro e o Heltão do Periferia Nacional (um dos organizadores).
As Minas
Cezar CA.GE.BE
Dona Kelly e os mano
Nina Fideles e Crônica Mendes
Dj Bola 8 disse que até joga, mas foi só prestigiar e prometeu time do Realidade Cruel na proxima edição.
Salve, salve amigos, poetas, loucos, ativistas, sonhadores, humanos e contestadores!!
Na última terça-feira, 7 de outubro, fui no Sarau Suburbano Convicto, penúltimo do ano, organizado pelo Alessandro Buzo, no Bixiga. O sarau acontece na livraria dele que também se chama Suburbano Convicto. Ao seu lado, a esposa Marilda e o o talentoso Tubarão do Lixo, que vem lá da Baixada Santista e faz uns trampos muito doidos de arte com lixo.
Acredito muito no trampo dessa rapaziada e por isso sempre que posso estou presente, para prestigiar, me alimentar de boas mensagens e pra ser mais um agente que impulsiona esse movimento atual da Literatura Periférica, que acontece nas quebradas de São Paulo e de alguns lugares do Brasil.
O papo tá bom mas agora vamos ouvir poesia!!! Gravei alguns vídeos no sarau e disponibilizo pra vcs aqui:
Pesquisando no YouTube encontrei um vídeo do quadro “Interferência”, quando ainda fazia parte do Programa Manos e Minas, da Tv Cultura. Esse quadro era apresentado pelo escritor Fèrrez e nesse episódio ele conversou com o rapper Eduardo, do grupo Facção Central. Achei muito bom e expressa muito do que eu acredito perante a nossa sociedade. Por isso, resolvi postar pra vcs:
No momento estamos vendo diversas manifestações em prol do Programa Manos e Minas continuar na grade da Tv Cultura. Apoio esse movimento e espero que de fato isso aconteça, mas independente se vai dar certo ou não, temos que aproveitar esse gancho para fazer algo efetivo em prol da Tv dita pública no Brasil!!! Faz tempo que deveríamos estar nos mobilizando e talvez esse seja o melhor momento!!!
A Tv Cultura está pré-anunciando uma série de mudanças, mas podemos perceber que a sociedade civil nunca é consultada, a não ser o conselho curador, que querendo ou não muitas vezes não representa o povo de fato, ou seja, é formado por pessoas do meio televisivivo que nunca são “tão povo assim”. Até onde eu sei, somente o Danilo Miranda, Diretor geral do Sesc, se pronunciou a favor da permanência do Manos e Minas na grade, por exemplo.
Eu particularmente acredito que precisamos muito mais do que um Manos e Minas, nós temos é que “tomar de assalto” essa Tv que dizem ser pública, mas que não é feita de fato “de povo pra povo”. Todos nós sabemos do potencial transformador desse instrumento chamado televisão e não devemos, não queremos e não podemos mais aceitar a situação do jeito que está!!!
E é por isso que lhes apresento esse post para chamar-lhes para o encontro do “Movimento Salve a Rádio e TV Cultura”, repasso todas as informações logo abaixo. Vamos fazer o que já não dá mais pra esperar!! Esperar não é saber!!!! Abss e bjs do CarlosCarlos
*Mais abaixo estou postando um vídeo em que me apresentei ontem no Sarau da Livraria Suburbano Convicto, do Alessandro Buzo, no qual falamos sobre Tv dita Pública e Manos e Minas!!! Assistam!!!
Movimento Salve a Rádio e TV Cultura reúne-se na próxima quinta-feira (dia 12)
Na próxima quinta-feira (dia 12), a partir das 19h30, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo realiza, no auditório Vladimir Herzog (rua Rego freitas, 530 – sobreloja) reunião com todas as pessoas e entidades da sociedade civil que pretendam se aliar ao MOVIMENTO SALVE A RÁDIO E TV CULTURA, que será criado durante o encontro. Várias entidades já iniciaram movimentos de preservação da RTV Cultura e o que se pretende é criar um espaço para que todas as iniciativas sejam unificadas.
O MOVIMENTO SALVE A RÁDIO E TV CULTURA será amplo, plural e apartidário, composto por todos aqueles que pretendem resistir às (más) intenções do governo de São Paulo e do presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, de liquidar com a única emissora pública de São Paulo e demitir cerca de 1.500 funcionários, entre jornalistas, radialistas e setor administrativo. As adesões aoMovimento podem ser realizadas pelo e-mailsalvertvcultura@sjsp.org.br .
Pela criação do Movimento Salve a Rádio e TV Cultura
Rádio e TV Cultura: Uma crise institucional
Há duas décadas sob crises financeiras periódicas, que variam de duração e intensidade conforme a “vontade” do governo estadual de liberar recursos, a TV Cultura vive agora sua primeira crise institucional e de identidade em 40 anos de funcionamento. Efeito dos dois primeiros meses da errática administração do economista João Sayad na presidência da Fundação Padre Anchieta.
Conduzido ao cargo por um processo político constrangedor, com apoio governamental que atropelou o acordo de reeleição do presidente anterior, João Sayad não só protagonizou método intervencionista novo na história da troca de comando na Fundação Padre Anchieta como também se apresentou como o encarregado de um projeto casuístico destinado a resolver os problemas financeiros da entidade através da amputação orgânica da Instituição.
Plantou com isso a raiz de uma crise que assume contorno institucional uma vez que a proposta confunde e busca mudar a natureza da Instituição, cria uma dúvida de identidade que nunca houve, e coloca em risco o patrimônio material e imaterial da Emissora, ao desconsiderar os fundamentos que deram origem e vida à TV Cultura.
É preciso lembrar, em voz alta, que a TV Cultura não é um órgão público da administração direta do governo do Estado de São Paulo. Não é autarquia. Não é secretaria estadual. Não pode nem deve responder a regras do poder. Não pertence ao Governo. Pertence ao público de São Paulo, posto que é Emissora Pública, de interesse público. Não pode ser desfeita, não pode ser adulterada por simples vontade ou “implicância” de sua diretoria executiva. Tem estrutura jurídica específica, é supervisionada por um Conselho Curador que, por única razão de existir, é o representante da sociedade civil na Fundação. E a vontade da sociedade civil precisa ser consultada.
A TV Cultura tem problemas e eles resultam de acúmulos de erros administrativos e de um modelo de gestão vazio e descontinuado, fruto do cíclico apoderamento político da Emissora nos últimos vinte anos. Não foi o “conteúdo” da programação da Emissora o causador desses problemas. Mas a má gestão contábil, que precisa ser corrigida dentro de seus limites, sem prejuízo do caráter educativo, social e cultural da TV Pública Paulista, de seu funcionamento, de seu passado de realizações, de seu significado na memória paulista. Não basta a atual administração fazer o uso repetitivo da reafirmação desse caráter. Qualquer projeto novo deve explicitar compromisso claro com a missão, vocação e aptidão da Emissora para a formação de cidadãos, para a oferta de conteúdos que se contraponham à programação homogeneizada das emissoras comerciais, atreladas às regras do mercado. Só uma TV pública é capaz de tratar o telespectador como cidadão, e não como consumidor. Preceito que ainda não foi compreendido e assimilado pela nova administração da Fundação Padre Anchieta.
Como é possível imaginar uma TV Cultura reduzida a uma “administradora de terceirizados”, trocando sua produção própria, trocando sua capacidade específica de formular programação de TV pública por conteúdos de produtoras independentes que em geral buscam nas regras do mercado a qualificação para a venda de seus produtos?
O desafio de João Sayad vai muito além da contabilidade. E muito além de sua visão pessoal e particular do que é “chato”, do que fica e do que deve sair da programação da Cultura. Não é agora, mas sempre, que uma emissora precisa se “renovar”. Se ela – no dizer de Sayad – “perdeu audiência, qualidade e se tornou cara e ineficiente”, qual é, explicitamente, a fórmula, o projeto que a atual administração tem para a TV Cultura “ganhar audiência, qualidade e se tornar barata e eficiente ” ?
Quais programas -mais baratos e eficientes – se pretende oferecer a crianças, a jovens, a jovens adultos, e ao respeitável público em geral? É entretenimento? É educação? É complementação cultural? Quais seriam esses conteúdos e seus formatos? Quem virá a público detalhar e esclarecer isso?
O ” Movimento Salve a TV Cultura” não se ergue para defender o emprego dos funcionários da Emissora, ameaçados de demissão em massa. Isso é tarefa sindical.
A defesa que se embute aqui é a da missão e do legado da TV pública paulista, de seu significado sócio- cultural, de manutenção de uma TV alternativa que reflita viés humanista de vida e de mundo em sua programação.
O Movimento surge como teia espontânea de uma rede social multiplicadora entre funcionários, ex-funcionários, telespectadores, artistas, intelectuais, setores ligados à produção de pensamento e de cultura. E que já articula com os Sindicatos dos Radialistas e Jornalistas de São Paulo, personalidades políticas e da vida cultural, institutos e entidades afins, a ABERTURA DE UM DEBATE PÚBLICO em defesa da idéia original da Instituição TV Cultura.
A troca inicial e pública de reflexões sobre a TV Pública Paulista tem, como alvo principal, a cúpula administrativa da Emissora e seu Conselho Curador, instância superior que deve proteger os destinos da Emissora e que tem sido omisso nesse papel . A eles devem ser dirigidas, inicialmente, – através do site da TV Cultura e seus contatos disponibilizados- reflexões, críticas e propostas de retomada de princípios e rumos que administradores perdem de vista diante do recurso fácil do corte de custos e do desmanche.
O Movimento busca criar junto a sociedade civil as premissas que serão reunidas e organizadas para dar base a esse necessário debate público.
Nesse vídeo do Vlog Bola & Arte, CarlosCarlos fala sobre a falta de uma tv verdadeiramente pública no Brasil, sobre a sua repentina demissão da Tv Cultura quando apresentava o “Programa Novo”, da recente extinção do Programa Manos e Minas da grade da emissora e da necessidade do povo se unir para invadir a tv e conquistar os seus próprios espaços. Até quando ficaremos a mercê de cabeças ocultas da elite escolhendo o que passar pra população???
É essencial que vcs deixem os seus comentários sobre todas essas histórias.
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