ABSURDO: MENINO DE 8 ANOS IMPEDIDO DE FAZER REMATRÍCULA EM ESCOLA DE GUARULHOS POR USAR “CABELO BLACK”

5 12 2013

Por CarlosCarlos

A matéria a seguir foi extraída do sítio “Geledés Instituto da Mulher Negra”, e é um verdadeiro atestado da discriminação ainda existente nesse país colonizado BRASIL, um golpe de baixeza, um enjôo que dá ânsia de vômito só de perceber que existe gente e instituições/escolas assim.

A Diretora da Escola Jardim Cumbica, em Guarulhos, não tem nem a ombridade de assumir o que pensa e acredita. Já recuou com medo de ser enquadrada em crimes raciais… e tem que ser mesmo! CADEIA NESSES BAIXOS!!!

Eu sugiro que o Movimento Negro se articule e realize protestos ostensivos em frente à Escola, não podemos deixar barato, essa corja deve sentir na pele todo o ódio racial e social que profere contra os outros.

Pra finalizar, reparem nessa afirmação proferida por representantes da Escola:

“A Escola afirmou ainda que a professora havia orientado a mãe a cortar o cabelo do menino porque a franja estava atrapalhando a visão dele”, e eu pergunto, revoltado, como que um black atrapalha a visão de alguém, me explica?? CORJA DA SOCIEDADE!!!

racismo no colegio Cidade Jardim Cumbica

Depois que a mãe se recusou a mudar o corte do menino, a escola não aceitou que ele fizesse a rematrícula para o próximo ano.

Polícia vai investigar escola que pediu para aluno cortar cabelo black power

A polícia abriu inquérito para investigar um caso de racismo em uma escola particular em Guarulhos, na Grande São Paulo. A escola mandou um recado para a mãe de um aluno dizendo que ele devia cortar o cabelo – estilo black power – que usava. A mãe se recusou a mudar o corte e quando ela foi rematricular o filho, a escola não aceitou.Uma faixa colocada na entrada da escola anuncia que estão abertas as matrículas para o ano que vem. Mas o aviso não vale para Lucas Neiva de Oliveira, de 8 anos, que já estudava no colégio Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Aluno da terceira série, ele passou de ano com notas altas. Mesmo assim, não pode continuar na escola.

Os desentendimentos começaram em agosto, quando Maria Izabel Neiva recebeu um bilhete da professora do filho: ela pedia que Lucas usasse um corte de cabelo mais adequado porque o garoto reclamava do comprimento. “O cabelo não atrapalha. O único jeito de chegar no olho é se eu puxar. Não tem como”, conta o menino.

Maria Izabel decidiu não cortar. Mandou um bilhete para a diretora, que respondeu: “É que realmente esse cabelo não é usado aqui no colégio pelos alunos”.

“Vim conversar com ela pessoalmente, passei umas duas ou três horas na sala com ela porque eu falei para ela assim: ‘Não atrapalha em nada o cabelo dele. Ele enxerga normalmente, o cabelo não está no olho, não atrapalha em nada’. E ela disse assim: ‘Atrapalha os colegas a enxergar a lousa. É crespo e é cheio. Não é adequado esse cabelo. Venhamos e convenhamos mãe’”, conta a mãe.

A mãe de Lucas disse que nesse fim de ano não recebeu nenhum aviso sobre a rematrícula do filho. Ficou preocupada e telefonou para o colégio perguntando sobre os prazos. Nessa semana, ela foi na última reunião de pais e foi à secretaria, onde foi informada que já não havia mais vaga para o garoto.

Outra mãe, que prestou depoimento à polícia como testemunha do caso, foi até a secretaria da escola depois de Maria Izabel e conseguiu rematricular a filha, que estuda na mesma classe de Lucas.

“Eu só quero os direitos dele estudar, entendeu? Eu pago a mensalidade tudo adiantado, a melhor educação para o meu filho. Eu já passei preconceito quando era criança e agora o meu filho passando por isso”, lamenta.

Após a queixa da mãe de Lucas, o delegado já instaurou um inquérito para apurar o caso. “Toda vez que a pessoa é impedida ou é tolida de entrar em algum estabelecimento, inclusive estabelecimento de ensino, que tenha a conotação que é por causa da cor ou do cabelo está caracterizado dentro da lei que apura os crimes raciais”, diz Jorge Vidal Pereira .

Em nota, a direção do Colégio Cidade Jardim Cumbica disse que a mãe perdeu o prazo da rematrícula e que foi orientada a colocar o nome do filho na lista de espera.

Afirmou ainda que o inquérito policial é absurdo e que a professora havia orientado a mãe a cortar o cabelo do menino porque a franja estava atrapalhando a visão dele, mas que isso não tem relação com o fato de Lucas não poder ser rematriculado.

De acordo com a polícia, a diretora da escola já foi notificada do inquérito e deve comparecer segunda-feira na delegacia para prestar depoimento.


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One response

5 12 2013
HOJE NELSON MANDELA FALECEU, MAS SEU RASTRO CONTINUA VIVO DENTRO DAQUELES QUE LUTAM!!! | BOLA E ARTE

[…] curioso o Mandela ter partido hoje, no dia que fiz um post aqui no Blog sobre um menino que foi impedido de fazer rematrícula na escola em que estudava em Guarulhos por […]

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