REPÚDIO SANTISTA

13 04 2011

Apoio totalmente essa iniciativa de santistas (Amilcar, Alex, Coca e Renato) de expressarem seu repúdio a essa palhaçada de mau gosto que parte da imprensa esportiva vem fazendo a longos anos no Brasil!!!

Seja nas especulações sobre o Ganso, Robinho, Neymar e tantos outros, o fato é que esses jornalistas nunca são cobrados efetivamente, as notícias passam tão velozmente nesse mundo de milhares de informações ao mesmo tempo, que tudo fica esquecido. Mas quem noticiou, com ctz vendeu muito jornal, ganhou muita audiência na tv ou no rádio etc… e consequentemente muito dinheiro!! Tudo apoiado em mentiras.

Agora falando como santista, é incrível como essas coisas acontecem com o Santos, sempre quando temos craques extraordinários no elenco, o que não é raridade, jornalistas mal-intencionados fazem de tudo para tirá-los do Peixe… e pior: muitas vezes querem levar o jogador direto pros nossos rivais!!! Como diz no texto abaixo, realmente o time do coração parece influenciar demais as notícias levantadas e já é antiga essa prática da imprensa paulistana de dar menos ênfase ao Santos em relação aos outros times grandes de SP. É triste. A todo instante vemos dois pesos e duas medidas.

Parabenizo o “Repúdio Santista” e passo a frente, temos mesmo que utilizar a Web para expressar nossa voz contra esse bando de aproveitadores!!! Vai pra cima deles Santossss!!!!

CarlosCarlos Bola & Arte

Segue o “Repúdio Santista”:

Bom dia santásticos, estamos juntos na Blogagem coletiva!

Nós, blogueiros e torcedores santistas, estamos coletivamente através deste texto postado de forma conjunta em nossos espaços virtuais de discussão, deixando claro o nosso repúdio e nojo com a maneira que está sendo tratada a possível saída do jogador Paulo Henrique.

Estamos enojados com a enxurrada de notícias que não se concretizam da saída do jogador para o Sport Clube Corinthians Paulista. Não pela possibilidade da transferência acontecer, e sim pelo grande número de “furos” noticiados de forma irresponsável.

Não temos a pretensão de ensinar alguém a fazer jornalismo. Temos a intenção sim, de pedir aos jornalistas ou não que trabalham no meio que sejam, minimamente, éticos e profissionais.

Quantas vezes as notícias de saída do jogador já foram desmentidas por procuradores do jogador, pelo assessor do jogador? Quantas vezes o jogador “esteve negociado com o Corinthians” e veio publicamente desmentir tal notícia? Quantas vezes, na saída de campo, os repórteres e outros profissionais deixam de abordar detalhes do jogo, para falar em transferência do atleta?

Não somos bobos. Todos sabemos que, assim como nós, jornalista veste camisa e torce para time A, B ou C. O que, na função de telespectadores e ouvintes, não nos interessa. O que nos interessa é a veracidade do que é noticiado e a forma que isso é tratada.

Estamos cansados de “tivemos a informação”, “uma fonte contou”, “um ex-diretor do clube disse”. Que informação? Que fonte? O jornalismo preza pela proteção da fonte, porém, preza também pela apuração dos fatos de forma correta. E seja na faculdade de jornalismo, seja na vida, vamos aprendendo que sempre é necessário ouvir os dois lados da situação.

Porque o “sim de Ganso” é destaque nos sites, capa de jornal, tema central de discussões de programas de rádio e TV e a resposta do presidente do clube vira canto de página e rodapé de programa? Resposta esta que é a mais importante, pois devemos lembrar aos nossos nobres jornalistas que, o jogador Paulo Henrique Ganso tem contrato vigente com o Santos até o ano de 2015 e que nessa relação profissional, o jogador só sai mediante pagamento da multa, conforme valores estipulados em contrato.

Trocando em miúdos. De nada adianta o jogador se acertar com presidente de clube A ou B, se o clube não pagar a multa. Creio que não precisamos lembrar disso a alguns dos nobres jornalistas, pois eles detêm essa informação até com mais detalhes que nós.

O que nós, blogueiros torcedores do Santos EXIGIMOS é ética.

Exigimos que o jornalista, antes de escrever uma matéria, esqueça que ele tem no coração um time e lembre que ele tem nas mãos o poder de formar opiniões. Esqueçam se eles tem desavenças com essa gestão do Santos e simpatia pelo antigo presidente – e não reputamos a ele nenhuma culpa sobre os incidentes, que fique claro – e lembrem que são profissionais pagos para noticiar de forma correta e verdadeira. Isso nós como leitores, ouvintes e telespectadores EXIGIMOS  de vocês e dos veículos que os contratam.

Pois lembrem-se vocês que, o torcedor, baseia-se na opinião escrita e falada por vocês para formar a opinião dele. E se, vocês jornalistas, distorcerem um fato, formam opiniões distorcidas, que não são condizentes com a verdade. Até quando vocês, na função de formadores de opinião, irão continuar gerando um clima de insatisfação e de desconfiança do torcedor com um atleta, com informações que não se confirmam?

Em um momento do país onde vemos a violência banalizada, inclusive no esporte, exigimos que haja a responsabilidade na publicação de uma notícia e na formação da opinião do torcedor.

Exatamente por entendermos esse momento nós, blogueiros, estamos pedindo a todos os torcedores santistas, para que não promovam qualquer tipo de protesto, retaliação ou cobrança excessiva ao jogador Paulo Henrique Ganso, mesmo que esteja havendo uma tremenda irresponsabilidade na divulgação de notícias informando a possível saída.

Pedimos para o torcedor santista que, enquanto o jogador vestir a camisa do Santos que ele seja tratado como profissional que é. Que receba os aplausos e as críticas quando merecer e não pelo que for imputado a ele. Já que ele, em nenhum veículo, disse até o momento que jogaria pelo Corinthians, pelo contrário.

Pedimos também ao torcedor santista que repudie veículos que, sempre em vésperas de jogos decisivos, tem aparecido com notícias vinculadas a saída de jogadores. Desde o ano passado vivemos isso com o Neymar e agora de forma mais abrupta com o Paulo Henrique. Há veículos que tem tratado o assunto de forma séria, seja em rádios, seja em televisão aberta ou fechada, seja na internet. Procurem estes veículos, informem-se com outros torcedores santistas sobre quem está tratando o futebol de forma ética. Certamente, o torcedor chegará a conclusão e saberá distinguir os bons e maus profissionais.

Sabemos do tamanho do recalque que há de alguns profissionais de comunicação e veículos em ter que admitir que o Santos Futebol Clube é gigante e ultrapassou as fronteiras da cidade, do país. E vemos, no trabalho de alguns deles, que esse recalque vira distorção e mal jornalismo.

Respeitamos o direito e a opção profissional do atleta, caso ele deseje e decida sair do clube. Queremos apenas que ele continue cumprindo com suas responsabilidades enquanto atleta do Santos Futebol Clube e que, se desejar sair, que seja pela porta da frente.

O torcedor do Santos Futebol Clube não agirá de forma imbecil nem contra o jogador, nem contra os péssimos profissionais a quem nos referimos nesse texto. Somos diferentes.

“Uma mentira pode dar a volta ao mundo… enquanto a verdade ainda calça seus sapatos”. – Mark Twain .

Texto do blogueiro Renato http://twitter.com/futblogdorenato

Charges http://twitter.com/cheecorocha

http://twitter.com/RPNonline

Ideia: http://twitter.com/acorreajr





POLÍCIA OU LADRÃO????? DEFENSOR OU INVASOR?????

29 11 2010

Ronai Braga, morador da Vila Cruzeiro, acusa a polícia do Rio de ter arrombado sua casa e levado R$ 31 mil, veja o vídeo:

Curiosidades minhas: Rede Globo, vc vai apurar os fatos pra ver se isso realmente aconteceu??? Ou isso mancharia a imagem dos “heróis da nação”, que estão adentrando os morros, bravos e destemidos, arrombando casas sem mandato judicial???

** No twitter do Tulio Vianna (@tuliovianna), bio-professor de direito penal da UFMG, doutor (UFPR) e mestre (UFMG) em direito e blogueiro, foram postadas as seguintes mensagens:

1 – A imprensa é chapa-branca da polícia? Falam que vão revistar 30.000 casas e ninguém pergunta se eles têm mandado judicial pra isso?

2 – É pedir muito que algum jornalista – desses profissionais, com diploma – indague sobre a existência de um mandado pra revistar as casas?

3 – Se algum juiz deu um mandado de busca coletivo pra 30.000 residências, precisa reler o art.243, I, do CPP, com urgência: http://is.gd/hUMh1

Tem alguma coisa errada, não???

CarlosCarlos

 





Movimento Salve a Rádio e TV Cultura!!!

11 08 2010

E aí galera, td bem??

No momento estamos vendo diversas manifestações em prol do Programa Manos e Minas continuar na grade da Tv Cultura. Apoio esse movimento e espero que de fato isso aconteça, mas independente se vai dar certo ou não, temos que aproveitar esse gancho para fazer algo efetivo em prol da Tv dita pública no Brasil!!! Faz tempo que deveríamos estar nos mobilizando e talvez esse seja o melhor momento!!!

A Tv Cultura está pré-anunciando uma série de mudanças, mas podemos perceber que a sociedade civil nunca é consultada, a não ser o conselho curador, que querendo ou não muitas vezes não representa o povo de fato, ou seja, é formado por pessoas do meio televisivivo que nunca são “tão povo assim”. Até onde eu sei, somente o Danilo Miranda, Diretor geral do Sesc, se pronunciou a favor da permanência do Manos e Minas na grade, por exemplo.

Eu particularmente acredito que precisamos muito mais do que um Manos e Minas, nós temos é que “tomar de assalto” essa Tv que dizem ser pública, mas que não é feita de fato “de povo pra povo”. Todos nós sabemos do potencial transformador desse instrumento chamado televisão e não devemos, não queremos e não podemos mais aceitar a situação do jeito que está!!!

E é por isso que lhes apresento esse post para chamar-lhes para o encontro do “Movimento Salve a Rádio e TV Cultura”, repasso todas as informações logo abaixo. Vamos fazer o que já não dá mais pra esperar!! Esperar não é saber!!!! Abss e bjs do CarlosCarlos

*Mais abaixo estou postando um vídeo em que me apresentei ontem no Sarau da Livraria Suburbano Convicto, do Alessandro Buzo, no qual falamos sobre Tv dita Pública e Manos e Minas!!! Assistam!!!

Segue convite p/ encontro:

Fonte: Blog do Luis Nassif (http://www.advivo.com.br/luisnassif)

Movimento Salve a Rádio e TV Cultura reúne-se na próxima quinta-feira (dia 12)

Na próxima quinta-feira (dia 12), a partir das 19h30, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo realiza, no auditório Vladimir Herzog (rua Rego freitas, 530 – sobreloja) reunião com todas as pessoas e entidades da sociedade civil que pretendam se aliar ao MOVIMENTO SALVE A RÁDIO E TV CULTURA, que será criado durante o encontro. Várias entidades já iniciaram movimentos de preservação da RTV Cultura e o que se pretende é criar um espaço para que todas as iniciativas sejam unificadas.

O MOVIMENTO SALVE A RÁDIO E TV CULTURA será amplo, plural e apartidário, composto por todos aqueles que pretendem resistir às (más) intenções do governo de São Paulo e do presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, de liquidar com a única emissora pública de São Paulo e demitir cerca de 1.500 funcionários, entre jornalistas, radialistas e setor administrativo. As adesões aoMovimento podem ser realizadas pelo e-mailsalvertvcultura@sjsp.org.br .

Pela criação do Movimento Salve a Rádio e TV Cultura

Rádio e TV Cultura: Uma crise institucional

Há duas décadas sob crises financeiras periódicas, que variam de duração e intensidade conforme a “vontade” do governo estadual de liberar recursos, a TV Cultura vive agora sua primeira crise institucional e de identidade em 40 anos de funcionamento. Efeito dos dois primeiros meses da errática administração do economista João Sayad na presidência da Fundação Padre Anchieta.

Conduzido ao cargo por um processo político constrangedor, com apoio governamental que atropelou o acordo de reeleição do presidente anterior, João Sayad não só protagonizou método intervencionista novo na história da troca de comando na Fundação Padre Anchieta como também se apresentou como o encarregado de um projeto casuístico destinado a resolver os problemas financeiros da entidade através da amputação orgânica da Instituição.

Plantou com isso a raiz de uma crise que assume contorno institucional uma vez que a proposta confunde e busca mudar a natureza da Instituição, cria uma dúvida de identidade que nunca houve, e coloca em risco o patrimônio material e imaterial da Emissora, ao desconsiderar os fundamentos que deram origem e vida à TV Cultura.

É preciso lembrar, em voz alta, que a TV Cultura não é um órgão público da administração direta do governo do Estado de São Paulo. Não é autarquia. Não é secretaria estadual. Não pode nem deve responder a regras do poder. Não pertence ao Governo. Pertence ao público de São Paulo, posto que é Emissora Pública, de interesse público. Não pode ser desfeita, não pode ser adulterada por simples vontade ou “implicância” de sua diretoria executiva. Tem estrutura jurídica específica, é supervisionada por um Conselho Curador que, por única razão de existir, é o representante da sociedade civil na Fundação. E a vontade da sociedade civil precisa ser consultada.

A TV Cultura tem problemas e eles resultam de acúmulos de erros administrativos e de um modelo de gestão vazio e descontinuado, fruto do cíclico apoderamento político da Emissora nos últimos vinte anos. Não foi o “conteúdo” da programação da Emissora o causador desses problemas. Mas a má gestão contábil, que precisa ser corrigida dentro de seus limites, sem prejuízo do caráter educativo, social e cultural da TV Pública Paulista, de seu funcionamento, de seu passado de realizações, de seu significado na memória paulista. Não basta a atual administração fazer o uso repetitivo da reafirmação desse caráter. Qualquer projeto novo deve explicitar compromisso claro com a missão, vocação e aptidão da Emissora para a formação de cidadãos, para a oferta de conteúdos que se contraponham à programação homogeneizada das emissoras comerciais, atreladas às regras do mercado. Só uma TV pública é capaz de tratar o telespectador como cidadão, e não como consumidor. Preceito que ainda não foi compreendido e assimilado pela nova administração da Fundação Padre Anchieta.

Como é possível imaginar uma TV Cultura reduzida a uma “administradora de terceirizados”, trocando sua produção própria, trocando sua capacidade específica de formular programação de TV pública por conteúdos de produtoras independentes que em geral buscam nas regras do mercado a qualificação para a venda de seus produtos?

O desafio de João Sayad vai muito além da contabilidade. E muito além de sua visão pessoal e particular do que é “chato”, do que fica e do que deve sair da programação da Cultura. Não é agora, mas sempre, que uma emissora precisa se “renovar”. Se ela – no dizer de Sayad – “perdeu audiência, qualidade e se tornou cara e ineficiente”, qual é, explicitamente, a fórmula, o projeto que a atual administração tem para a TV Cultura “ganhar audiência, qualidade e se tornar barata e eficiente ” ?

Quais programas -mais baratos e eficientes – se pretende oferecer a crianças, a jovens, a jovens adultos, e ao respeitável público em geral? É entretenimento? É educação? É complementação cultural? Quais seriam esses conteúdos e seus formatos? Quem virá a público detalhar e esclarecer isso?

O ” Movimento Salve a TV Cultura” não se ergue para defender o emprego dos funcionários da Emissora, ameaçados de demissão em massa. Isso é tarefa sindical.

A defesa que se embute aqui é a da missão e do legado da TV pública paulista, de seu significado sócio- cultural, de manutenção de uma TV alternativa que reflita viés humanista de vida e de mundo em sua programação.

O Movimento surge como teia espontânea de uma rede social multiplicadora entre funcionários, ex-funcionários, telespectadores, artistas, intelectuais, setores ligados à produção de pensamento e de cultura. E que já articula com os Sindicatos dos Radialistas e Jornalistas de São Paulo, personalidades políticas e da vida cultural, institutos e entidades afins, a ABERTURA DE UM DEBATE PÚBLICO em defesa da idéia original da Instituição TV Cultura.

A troca inicial e pública de reflexões sobre a TV Pública Paulista tem, como alvo principal, a cúpula administrativa da Emissora e seu Conselho Curador, instância superior que deve proteger os destinos da Emissora e que tem sido omisso nesse papel . A eles devem ser dirigidas, inicialmente, – através do site da TV Cultura e seus contatos disponibilizados- reflexões, críticas e propostas de retomada de princípios e rumos que administradores perdem de vista diante do recurso fácil do corte de custos e do desmanche.

O Movimento busca criar junto a sociedade civil as premissas que serão reunidas e organizadas para dar base a esse necessário debate público.

Movimento Salve a Rádio e TV Cultura 

Segue vídeo: